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ILUMINAÇÃO

Como no ramo da eletricidade as unidades volt, ampare e watt têm um grande significado para a compreensão dos problemas, encontramos igualmente, no ramo da iluminação três unidades, que são, neste ramo, tão importante como as três mencionadas no seu ramo.

Curiosamente, para uma boa compreensão do significado dessas unidades, podemos comparar as mesmas novamente com o comportamento da água. Todos nós podemos imaginar uma fonte de luz fixa no teto, irradiando luz em todas as direções. Como explicamos no capítulo anterior, luz é uma certa onda de certo comprimento que atinge os nossos olhos.

Temos, pois, a considerar dois fenômenos:

1.    O fenômeno físico, ou seja, a formação de uma certa irradiação com um impulso, atingido o cérebro e, finalmente,

2.    O fenômeno da visão, ou seja, o reconhecimento do cérebro de que o significado do fenômeno físico é visibilidade.

Quanto maior a quantidade de ondas partindo de uma fonte luminosa, maior será o efeito sobre nossos olhos. Esta impressão de luz não precisa partir da própria fonte. Sem a  iluminação o olho não teria função, não seria possível o funcionamento da visão humana.  A iluminação pode ser natural ou artificial. Durante o dia podemos perceber  a claridade natural emitida pelo Sol,  mas durante a noite  torna-se mais difícil a percepção visual. No entanto, a iluminação artificial criada pelo homem, a lâmpada, permite-nos a enxergar a noite. A lâmpada tornou-se um elemento imprescindível para os dias de hoje, sem a mesma, o comércio não venderia depois do por do Sol, as ruas estariam escuras e perigosas, estaríamos dependente de lamparinas e fogueiras, as indústrias não funcionariam no período noturno, os estudantes não poderiam trabalhar durante o dia e estudar no período noturno, etc... Hoje em dia a  economia não para de girar, graças à iluminação artificial que faz funcionar tudo, inclusive à noite. Estima-se que no Brasil, o consumo de energia elétrica para iluminação seja superado apenas pela energia usada nos motores elétricos.

O Balanço Energético Nacional de 1997 mostra que o consumo total de eletricidade no país estava dividido da seguinte maneira: setor do comércio e serviços- 13%, setor residencial – 25% e o setor industrial é de – 46  %.

 RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA E INFRAVERMELHA

 Radiação ultravioleta

Os limites da faixa da radiação ultravioleta não são bem definidos, porém, são geralmente considerados como sendo entre 100 e 400 nm. Para finalidades práticas, esta região do comprimento de onda é subdividida em 3 faixas:

  UV -  A de 315 a 400 nm: a radiação nesta faixa atravessa a maioria dos vidros e praticamente não produz eritema ou bronzeamento na pele humana. Ela tem a característica de causar fluorescência em alguns materiais e reação fotoquímica em outros, sendo, portanto usado em diversos processos industriais.

   UV -  B de 280 a 315 nm: Nesta faixa,  a radiação tem efeito de eritema e pigmentação (bronzeamento) sobre a pele humana, formando também, vitamina D no corpo, que tem uma ação anti-raquítica, sendo, portanto  usada para fins terapêuticos.

   UV – C de 100 a 280 nm: A radiação nesta faixa tem um forte efeito germicida, matando bactérias, fungos e outros microorganismos no ar ou em superfícies expostas, porém, não penetra na maioria das substâncias. Em comprimentos de onda inferiores a 200 nm, esta radiação é absorvida pelo ar e forma a camada de ozônio, que tem propriedades desodorizantes, mas também danifica organismo, em certas concentrações.

Em geral, UV-B e UV-C necessitam de certos cuidados na sua aplicação. Exposições prolongadas  a estas radiações, provocam eritema e irritações nos olhos (conjuntivite).

A luz solar tem,  em termos relativos, muitos UV –A, pouca UV –B , porém , nenhuma radiação UV-C.

 Principais fontes de radiação de UV são principalmente, lâmpadas de descarga, como as de vapor de mercúrio da baixa  pressão.

Radiação  infravermelha

Comumente considera-se a radiação infravermelha numa faixa entre 780nm e 1nm. Para finalidades práticas, esta radiação é subdividida em 3 faixas:

  IR – A de 780 a 1400 nm

  IR – B  de 1400 a 3000 nm

  IR – C de 300 a 1 nm

 

Toda radia cão poderá ser absorvida e transformada em calor, porém, a região IR – A tem efeito mais forte de aquecimento de todos os tipos de radiação.

A radiação infravermelha (IR-A) é invisível, mas pode ser sentida como calor, sendo usada em aplicações tais como na indústria, agricultura, uso terapêutico como massagem e para amenizar dores musculares, etc.

  

UNIDADES FOTOMÉTRICAS

Fluxo  luminoso

É o fluxo de energia emitido em todas as direções por uma fonte no espaço. Exemplo: lâmpada a vapor de mercúrio de 250W produz lumens. Lâmpada de vapor de ‘sódio de 250W produz 12500 lumens. Lâmpada de vapor de sódio de 250W  produz 26000 lumens.

Energia radiante (Joule) = J=W.s

Fluxo radiante (watts) = W= J/s

Energia luminosa (Lúmen. Segundos)=Im.s

Fluxo luminoso (Lúmem)=Im

Iluminância

É o fluxo incidente por uma unidade de área de uma superfície iluminada, medida em lux.

1 lux=1 lm/m2                  

Ordem de grandeza de algumas situações:

Luz das estrelas

0,002 lux

Luar

0,2 lux

Iluminação das ruas

6 a 12 lux

Luz do dia em interiores

500 a 2000 lux

Luz do dia  em exteriores

100 a 20000 lux

Luz do Sol direta

50000 a 10000 lux


 
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